Nos e-sports tudo acontece num piscar de olhos e chegar ao topo é muito mais fácil do que se manter. Um dia se é campeão do Major e no outro se perde partidas para anti-ecos e forçados ridículos.

As diversas opiniões que surgem em todo este meio, bagunçam ainda mais a situação da brasileira SK Gaming. Em constante decadência, sob pressão e com baixa auto estima, a equipe não está conseguindo aplicar o seu melhor jogo, sofrendo para vencer equipes tier 2.

A tentativa de inserir Felps foi boa, mas os demais não estão correspondendo à altura. Qual seria então a fórmula mágica para trazer aqueles vitoriosos de Colombus ou pelo menos a antiga força que a SK tinha em vencer os jogos com superioridade.

Muitos tem a resposta na ponta da língua e ela é COACH. Na opinião da comunidade a equipe brasileira precisa da ajuda de um novo técnico para as análises dos adversários e criação de novas táticas.

A ideia parece simples, mas ao verificarmos as possibilidades à fundo, veremos que as opções são nulas e o grau que a equipe atingiu deixa os jogadores e administração em uma sinuca de bico para aceitarem tal decisão.

O retorno do Zelão, consagrado pelo bi-major no ano passado fica cada vez mais distante. Como a comunidade acha que a vacina seria instantânea e a possibilidade dos resultados não virem num primeiro momento é grande, o próprio admitiu que não seria uma tarefa fácil retornar, existindo a chance de manchar toda a sua história.

A segunda boa opção no mercado é o brasileiro Peacemaker, mas pelo que se foi notado em conversa com pessoas internas da organização e analistas do meio, essa alternativa pode ser descartada por discordância de abordagens e opiniões em relação ao game. Uma pena ele não poder encaixar na equipe antes mesmo de uma tentativa, mas decisões são decisões.

De fato, a situação não é nada fácil. Se qualquer outro coach fosse chamado, mais aprenderia do que ajudaria a equipe. A qualidade dos cinco está acima de qualquer profissional a nível nacional e ainda por cima, os jogadores provavelmente teriam que dividir premiações com o mesmo.

Vale ser lembrado, que com a atual mudança das abordagens da Valve em relação ao coach, o impacto do mesmo em situações presenciais é quase nulo, não sendo vantajoso para a SK como organização, agregando apenas mais custos à folha salarial.

O que resta é a equipe se reestruturar, mudar o modo de jogo, facilmente lido pelos adversários e bolar novas abordagens, principalmente no lado terrorista, buscando inspirações e comemorando cada simples round, assim como era na Luminosity Gaming.